Os ativos estão localizados em diferentes regiões da capital paulista e têm valor estimado de aproximadamente R$ 600 milhões.
A carteira reúne antigas centrais telefônicas que perderam relevância operacional com a evolução da infraestrutura de telecomunicações e a migração da rede de cobre para a fibra óptica.
A expectativa da companhia é que a venda dessa primeira carteira movimente cerca de R$ 600 milhões. Ao longo das próximas etapas, a Vivo prevê a comercialização de aproximadamente 1.000 imóveis até 2028, com expectativa de arrecadar R$ 1,5 bilhão.
Entre os imóveis colocados à venda estão ativos localizados em regiões como Itaim Bibi, Barra Funda e Chácara Santo Antônio, áreas consolidadas e estratégicas do mercado imobiliário paulistano.
Segundo informações da operação, cerca de um terço dos imóveis considerados mais atrativos pela companhia está localizado em Zonas de Eixo de Estruturação da Transformação Urbana (ZEUs), o que amplia as possibilidades de aproveitamento e desenvolvimento dos terrenos.
Dependendo das características de cada propriedade e das diretrizes urbanísticas aplicáveis, os ativos podem apresentar diferentes possibilidades de uso, incluindo projetos residenciais, comerciais e operações de logística urbana.
A Cushman & Wakefield atua na estruturação dos processos competitivos de venda e na intermediação das negociações entre a Vivo e potenciais investidores.
A operação faz parte da estratégia da companhia de otimizar seu portfólio imobiliário e gerar valor a partir de ativos que deixaram de ter uma função operacional.
Fonte Metro Quadrado